Nutrição e função cerebral

Por Dra. Maria Carolina Pedrosa

Olá queridas!

Tenho o maior prazer de voltar aqui depois desse longo período de férias das minhas postagens no Blog! Esse ano já começou a mil e logo mais já estaremos no final do semestre, não é?

E vivemos nesse movimento tão intenso, fazendo mil coisas (muitas vezes, várias ao mesmo tempo), cumprindo os nossos papéis na vida, recebendo muitas informações de vários canais da mídia, redes sociais, aplicativos e o nosso celular que não para de vibrar ou tocar por conta das mensagens dos grupos do WhatsApp….isso é muito familiar pra você?

Pois é! Estamos todos nesse mundão aí e eu não paro de receber no consultório pessoas de diferentes idades e perfis se queixando de falta de foco, lapsos de memória, dificuldade de aprendizado, uma certa “fadiga mental”.

Para a nossa sorte, a Nutrição Funcional, que estuda com profundidade a nossa bioquímica, nos ajuda a descobrir estratégias na alimentação para aproveitarmos a ação de vários nutrientes e fitoterápicos na melhora do desempenho da memória e função cognitiva.

Uma dieta rica em verduras, frutas e legumes frescos fornece antioxidantes que evitam a aceleração da perda progressiva e fisiológica de neurônios.

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Fracionar a dieta em várias refeições ao longo do dia, leva a um melhor controle da glicose no sangue, garantindo o fornecimento de energia do cérebro. O resultado é uma maior capacidade de raciocínio e menor irritabilidade.

Das vitaminas do complexo B, destacam-se a B1 (encontrada em cereais integrais, pistache, gergelim), por atuar na manutenção do tecido nervoso e a dupla B6 (vegetais verde escuros, gérmen de trigo, semente de girassol) e B12 (carnes de todos os tipos, ovos e lácteos) com ação no desempenho cognitivo, aumentando a capacidade de memorização e aprendizado.

Os ácidos graxos poli-insaturados, em especial o ômega 3, fazem parte da estrutura das células nervosas e da bainha de mielina e aumentam a agilidade na transmissão de informações de uma célula para outra. Principais fontes alimentares: peixes de água fria, linhaça e oleaginosas.

A colina presente na gema do ovo, é precursora da Fosfatidilcolina, importante na sinalização celular e da fosfatidilserina, associada à melhora da função cognitiva e depressão.

A carência de ferro diminui o fornecimento de energia e oxigênio para o cérebro, então garanta feijões, vegetais verde escuros e carnes no seu cardápio.

O zinco, encontrado nas carnes, peixes, cereais integrais e leguminosas, impede a aceleração do envelhecimento do cérebro.

Aliar um cardápio variado na oferta desses nutrientes e reduzido em química (aditivos alimentares e agrotóxicos), praticar atividade física regular, investir em momentos de lazer e exercitar o nosso cérebro com uma boa leitura e filmes, podemos ampliar a nossa capacidade de concentração e aprendizado.

Espero que tenham gostado dessas dicas e que sintam alívio nesse stress do dia-a-dia com a ajuda da nutrição!

Um forte abraço,

Carol Pedrosa

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